Zona Livre Tecnológica

 

Foi publicado hoje, dia 24 de março de 2026, em Diário da República, a portaria que aprova e define os requisitos da Zona Livre Tecnológica (ZLT) de Energias Renováveis de Abrantes, ficando assim formalmente criada esta infraestrutura de inovação e experimentação, de elevada relevância estratégica para o concelho de Abrantes e para toda a região do Médio Tejo.

 

A ZLT de Abrantes constitui-se como um espaço dedicado à investigação, desenvolvimento, demonstração e teste, em ambiente real, de tecnologias, produtos, serviços, processos e modelos inovadores ligados à produção, armazenamento e autoconsumo de energia a partir de fontes renováveis, no contexto da transição energética e do processo de descarbonização associado ao antigo complexo termoelétrico do Pego.

 

Centrada nas energias renováveis, a ZLT de Abrantes abrange três zonas estratégicas: uma localizada no TAGUSVALLEY – Parque de Ciência e Tecnologia, orientada para a inovação tecnológica; outra na zona norte do concelho, coincidente com a Zona de Intervenção Florestal (ZIF) de Aldeia do Mato, dedicada à valorização da biomassa e reordenamento florestal; e uma terceira que cobre toda a zona sul do concelho, com exceção da área de servidão militar de Santa Margarida, com um papel central no desenvolvimento de projetos de transição energética, incluindo o antigo perímetro da Central do Pego.

 

O Presidente da Câmara Municipal de Abrantes manifesta regozijo pela publicação da referida portaria por representar mais um passo decisivo “para construir novas oportunidades para o futuro de Abrantes e da nossa região”, uma vez que se trata “de uma oportunidade extraordinária na área das energias renováveis e da inovação”. Manuel Jorge Valamatos sublinha ainda que “Abrantes passará a dispor de um polo extraordinário de atração para empresas nacionais e internacionais, reforçando o posicionamento do Médio Tejo como um território de referência no setor das energias renováveis”. O autarca refere ainda que a ZTL “é mais uma resposta concreta aos impactos económicos e sociais que surgiram pelo encerramento da central termoelétrica a carvão do Pego, promovendo o desenvolvimento sustentável e a criação de emprego qualificado”.

 

24/03/2026

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